FATORES DE CONVERSÃO

mg/dm3 ÷ 1000 = g/dm3                                       mEq/100cm3 = cmol/dm3

g/dm3 x 2,56 = cmol/dm3                                     cmol/dm3 x 10 =  mmol/dm3

mg/dm3 x 2 = kg/há                                     ppm = mg/kg = mg/dm3

ppm ÷ 1000 = %                                          % x 10 = g/kg

mg/dm3 ÷ 1000 = kg/m3                                       1m3 = 1000L = 10000cm3

% MgO x 0,602 = % Mg                             % Ca x 0,715 = % Ca

% K2O x 0,715 = % K                                 % P2O5 x 0,437 = % P

mg/dm3 de K ÷ 391 = mEq/100cm3 ou mol/dm3 de K

mg/dm3 de Na ÷ 230 = mEq/100cm3 ou mol/dm3 de Na

 

Alqueire mineiro

Alqueire paulista

m2

Hectares

4,84

2,42

10000

 


ANÁLISE QUÍMICA DO SOLO

 

ELEMENTO

UNIDADE

pH (CaCl2)

***

Ca

mEq/100cm3

Mg

mEq/100cm3

P (Melich)

mEq/100cm3

P (Resina)

mEq/100cm3

K

mEq/100cm3

Al

mEq/100cm3

CTC

mEq/100cm3

Na

mg/dm3

S

mg/dm3

B

mg/dm3

Cu

mg/dm3

Fe

mg/dm3

Mn

mg/dm3

Zn

mg/dm3

Matéria Orgânica

%

Saturação de Alumínio

%

 


LIMITE MÁXIMO DE MATAIS PESADOS TÓXICOS  ADMITIDOS EM CORRETIVOS DE ACIDEZ E ALCALINIDADE

 

METAL PESADO

Valor máximo admitido (mg/Kg)

Cádmio (Cd)

20,00

Chumbo (Pb)

1000,00

 


 DOENÇAS LIGADAS A DEFICIÊNCIA NUTRICIONAL

Micronutrientes são dez no total e como o próprio nome sugere, são usados em pequenas quantidades pelas plantas. Sua ação nas mesmas é muito variada, participam de todo complexo fisiológico das plantas. Normalmente os solos são auto suficientes em relação a estes minerais.

Tabela - Macro e microelementos essenciais para as espécies domésticas e suas funções (McDowell, 1999).

 

Minerais

Funções principais

MACROELEMENTOS

Cálcio (Ca)

Formação de ossos e dentes; excitação muscular, sobretudo cardíaca; coagulação sangüínea; integridade da membrana; transmissão nervosa; produção de leite.

Cloro (Cl)

Manutenção da pressão osmótica e do equilíbrio ácido- básico; transmissão de impulsos nervosos; transporte ativo dos aminoácidos e da glicose em nível celular; principal ânion do suco gástrico como parte do ácido clorídrico, ativação da amilase intestinal.

Magnésio (Mg)

Atividade neuromuscular e nervosa; transferência de energia; participação no crescimento ósseo; participação no metabolismo dos carboidratos; participação no metabolismo dos lipídeos.

Fósforo (P)

Formação óssea e dentária; constituição da molécula de DNA e RNA, formação de fosfolipídios; formação da coluna; participando, assim, na transmissão dos impulsos nervosos; atividade enzimática, sobretudo como coenzima de vários complexos da vitamina B; fosforilação para a formação de ATP.

Potássio (K)

Balanço osmótico e hídrico corporal; participação no
metabolismo protéico e dos carboidratos; integridade da
atividade muscular e nervosa.

Enxofre (S)

Metabolismo e síntese protéica; metabolismo das gorduras
e dos carboidratos; síntese de vitaminas do complexo B.

 

MICROELEMENTOS

Cobalto (Co)

Função anti-anêmica, por ser componente da vitamina 612 e do ácido fólico; metabolismo da glicose; síntese da metionina.

Cobre (Cu)

Ativador enzimático envolvendo o transporte e a transferência de oxigênio, metabolismo dos aminoácidos e do tecido conectivo.

lodo (l)

Componente dos hormônios tireoidianos.

Ferro (Fe)

Transporte de oxigênio e respiração celular.

Flúor (F)

Proteção óssea e dentária.

Manganês (Mn)

Integridade da matriz orgânica óssea; ativador enzimático, sobretudo no metabolismo dos aminoácidos e dos ácidos graxos.

Selênio (Se)

Junto com a vitamina E, promove a proteção dos tecidos contra danos oxidativos; componente da enzima glutationa peroxidase; metabolismo dos aminoácidos sulfurados.

Zinco (Zn)

Ativador enzimático, principalmente nos processos de
formação óssea, do metabolismo dos ácidos nucléicos, do
processo da visão, do sistema imunológico e do sistema
reprodutivo.

 

 

Figura – Sintomas de carência nutricional

 


RECOMENDAÇÃO DE AMOSTRAGEM DE FOLHAS

Separar a propriedade em glebas homogêneas e coletar as folhas para compor a amostra composta em glebas uniformes em termos de solo, topografia, tempo de cultivo e cultura anterior e/ou tratos culturais anteriores (calagem, adubação etc).

 

Evitar coletar as folhas:
- Após chuva intensa;
- Após adubação foliar;
- Antes de trinta dias da última adubação aplicado no solo;  

- Com danos mecânicos ou pragas/doenças;
- Com tecidos mortos;
- Contaminadas com defensivos;
- Contaminadas com solo (mesmo após lavagem simples).
OBS: Colocar em saco de papel

 

CULTURA

ÉPOCA

TIPO DE FOLHA

QUANTIDADE

Amendoim

Início do florescimento

4ª folha da haste principal a partir da base (1ª = acima dos ramos cotiledonares)

30 folhas/há

Algodoeiro (herbáceo)

Início do florescimento

limbo de folhas adjacentes às “maças”

30 folhas

Abacate

Verão

Folhas de 4 meses de idade; ramos terminais sem laterais e sem frentes, meia-altura da planta

100 folhas em 20 árvores

Abacaxi

-

Folha “D” = folha recém-amadurecida, num ângulo de 45°, com bordos da base paralelos; análise da folha inteira ou porção basal não clorofilada

25 folhas/há

Abóboras

Início do florescimento

Pecíolo de folha recém-madura

40 folhas/ha

Alface

Na formação da cabeça

Folhas recém-maduras

40 folhas/ha

Alho

Antes da formação do bulbo

Folha mais nova completamente desenvolvida

40

Arroz

30 a 40 dias após a germinação

Toda parte aérea

20 plantas

Bananeira

Na emissão da inflorescência

10cm centrais da 3ª folha à partir da ápice eliminando-se a nervura central

25

Batatinha

35-45 dias após emergência

Pecíolo da 4ª folha a partir da ponta, no meio do ciclo

30 folhas/há

Cafeeiro

Verão

3° par à partir do ápice dos ramos à meia altura as planta

100

Caju

Verão

Folhas recém-maduras do ano

40 folhas/ha

Cana-de-açúcar

04 meses após a brotação

Folha 3; folha 1 = com primeira lígula (=região de inserção da bainha do colmo); terço mediano, excluída a nervura principal

20-30 folhas por talhão uniforme

Cacau

Verão

3ª folha a partir do ápice de lançamentos recém-maduros, em plantas a meia-sombra

18 folhas/há

Cebola

Meio ciclo

Folha mais alta

40

Citros

Verão

Folha gerada na primavera com  4 a 6 meses, ramo com ou sem frutos

100

Coqueiro

Até 4 anos folha n° 4

5 a 7 anos folha n° 9

+ de 8 anos folha n° 14

10 cm centrais de cada folíolo eliminando-se a nervura central 3 de cada lado da parte central da planta

25 plantas

Couve-flor

No embotoamento

Nervura principal da folha recém-madura

40 folhas/há

Eucalipto

Verão-outono

Folha recém-maduras, ramos primários

18 folhas/há

Feijoeiro

Inicio de florescimento

1ª folha madura à partir da ponta do ramo

50

Figo

Primavera (florescimento)

Folhas mais novas totalmente expandidas, ao solo, ramos sem frutos

40 folhas/há

Girassol

Início do florescimento

Folhas do terço superior

30 folhas/há

Goiabeira

1 mês depois de terminar o crescimento do ramo

4° par, ramos terminais sem fruto

30

Gramíneas (forrageiras)

-

Folhas recém-maduras ou toda a parte aérea

30 folhas/há

Mamoeiro

Florescimento

Folha “F” na axila com a 1ª flor completamente expandida

20

Macieira

 

-

Folhas inteiras, com pecíolos, na parte mediana de ramos do ano

25 plantas, 4 folhas por planta

Manga

Florescimento

Folhas do meio do último fluxo de vegetação, dos ramos com flor e na extremidade

4 folhas por árvore, 20 plantas por talhão

Maracujá

Outono

4ª folha, a partir do ápice de ramos não sombreados

60 folhas/há

Melancia

Época do primeiro fruto

Pecíolo da 6ª folha a partir da ponta

40 folhas/ha.

Melão

Época da floração, 1° fruto ou 1° fruto maduro

Pecíolo da 6ª folha a partir da ponta

40 folhas/ha.

Milho

Aparecimento da inflorescência feminina

Folha abaixo da espiga

30

Pastagem

Primavera-verão

Parte aérea

200g

Pinus

Verão-outono

Folha recém-maduras, primários

18 folhas/ha

Seringueira

Verão-outono

3-4 folhas recém-maduras, à sombra, na base do terço superior da copa

6 folhas/há

Soja

No florescimento

3ª folha à partir do ápice

30

Sorgo

No inicio do perfilhamento

Folhas medianas

30

Tomate

No florescimento

1ª folha abaixo do 2° cacho floral

30

Vagens

Em pleno florescimento

Folha trifoliolada mais velha

40 folhas/ha

 


DÚVIDAS FREQUENTES

O que é adubação e para que serve?

Os fertilizantes (adubos inorgânicos ou minerais), têm a função de alimentar as plantas, através de suas raízes, para as quais eles fornecem elementos nutritivos (nutrientes), sob formas assimiladas com mais facilidade e guardando determinadas proporções entre esses elementos, ou seja, misturas balanceadas.

Adubar uma planta, é fornecer matérias primas nutrientes para que a mesma possa usar no processo da fotossíntese, e produzir o seu alimento a partir do processo de fotossíntese. Adubar rotineiramente uma planta, proporciona à mesma uma resistência às pragas e doenças e mantém uma aparência vigorosa e saudável.

 

Qual a formulação mais adequada de adubo para as plantas?

Os adubos são compostos de diversos minerais e no seu rotulo, vem especificado as quantidades ou porcentagens destes. Existem formulas tradicionais de adubos como por exemplo: N.P.K. 4.14.8. significa que este adubo contém 4% de (N) Nitrogênio, 14% de (P) Fósforo e 8% de (K) Potássio.

Adubos ricos em Fósforo (P) atuam nas deficiências de floração e frutificação. Uma formulação “carregada” de Nitrogênio (N) atua no verde da planta. Sendo assim, devem-se usar as fórmulas de acordo com as  necessidades., o que vem justificar a importância da análise físico-química do solo e dos laudos de recomendação e calagem, pois a adubação em excesso pode causar enormes prejuízos ou a morte da planta.

 

Em que é importante a aplicação de corretivos de acidez e alcalinidade (calagem)?

A acidez dos solos promove o aparecimento de elementos tóxicos para as plantas (Al) além de causar a diminuição da presença de nutrientes para as mesmas. As conseqüências são os prejuízos causados pelo baixo rendimento produtivo das culturas. A análise do solo é a “ferramenta” básica para identificar a necessidade de calagem em uma área, com vistas à correção da acidez, diminuição da toxidez de alumínio e correção das deficiências de cálcio e magnésio  Os corretivos são destinados a neutralizar o excesso de acidez do solo, quando e se necessário. Quando, porém, incorpora-se ao solo, com esse objetivo, calcário calcítico, que contém carbonato de cálcio ou calcário dolomítico, no qual se encontra carbonato de cálcio e de magnésio, incorporam-se a ele dois elementos importantes para as plantas: o cálcio e o magnésio. Portanto, os corretivos são, ao mesmo tempo, corretivos e fertilizantes.

A cada dois anos, todo produtor deve fazer a análise de solo. A acidez do solo deve ser corrigida com calcário sempre que o ph do solo for menor do que 5,5 no sistema plantio direto e 6,0 no sistema convencional, ou saturação de bases for menor de 60%.

A correção da acidez deve ser feita antes de iniciar o plantio direto. No sistema convencional, o calcário deve ser incorporado na camada de 0-20 cm. O calcário pode ser aplicado em superfície, se o solo estiver compactado, é aconselhável fazer uma subsolagem. Para obterem-se os efeitos esperados, o calcário deverá ser aplicado com distribuição o mais uniforme possível, três meses, ou mais, antes de qualquer cultura para que o corretivo tenha o tempo necessário para neutralizar a acidez do solo com eficácia.

Qual profundidade mais adequada para coleta da amostra?

Para os casos de culturas anuais ou perenes a serem instaladas, retirar as amostras na profundidade de 20 cm. Para culturas perenes, que recebem aplicações localizadas de adubo, retirar as amostras dos locais onde o adubo é aplicado. As amostras de subsolo (20 a 40 cm) têm como finalidade avaliar a acidez do solo. Abrangem o solo abaixo da camada arável.

Baseada em que critério é feita a classificação de solos?

Para classificar um solo, utilizam-se os valores dos percentuais existentes das frações areia e silte, que determinam um ponto no diagrama triangularem (vide figura).  O diagrama triangular consiste em que cada ponto representa um

Número em cada uma das três escalas (areia, silte e argila), correspondente à

Porcentagem daquela fração presente no solo.

Figura – Classes texturais do solo. Fonte: 5ª Aproximação

Quais análises são frequentemente feitas em lodo de esgoto para finalidade agrícola?

As exigências do CONAMA para uso agrícola do lodo de esgoto segundo a resolução. 375 de 2006 são: Carbono orgânico; fósforo total; nitrogênio amoniacal; nitrogênio Kjeldahl; nitrogênio nitrato/nitrito; pH em água (1:10); potássio total; sódio total; enxofre total; cálcio total; magnésio total; umidade e sólidos voláteis totais. Além destes: Arsênio; Bário, Cadmio, Chumbo, Cobre, Cromo, Mercúrio, Molibdênio, Níquel, Selênio e Zinco.

 

Para quê é utilizado o gesso agrícola?

Solos arenosos e com baixo teor de matéria orgânica apresentam maior probabilidade de ocorrência de deficiência de enxofre, cuja deficiência pode ser comprovada, através da análise de solo (< 5 mg S/dm3). O gesso (CaSO4.2H2O) é uma fonte de enxofre (S) e de cálcio (Ca) às plantas. Na forma comercial, contém 13% de S e 16% de Ca. Excetuando o MAP (fosfato monoamônico) e o DAP (fosfato diamônico), as demais fontes de P contém cálcio, variando de 12% no superfosfato triplo a 18% no superfosfato simples. Entre as alternativas de fontes de enxofre, o superfosfato simples apresenta 10% a 12% de S. Em adição, fórmulas N-P2O5-K2O contendo baixo teor de P2O5 geralmente são elaboradas com superfosfato simples e, portanto, contêm enxofre.

 


 

Prazos para entrega de resultados Analíticos

   Após as amostras estarem no Laboratório os resultados serão entregues:

Solo, Água Irrigação e Solução Hidropônica.................................................. 2 dias úteis

Folhas e Corretivos....................................................................................          2 dias úteis

Fertilizantes, Sal Mineral, Rações e Rochas............................................        2 dias úteis

Fósforo em Resina, ouro, prata..................................................................   5 dias úteis

Outros tipos de análise...............................................................................       sob consulta


SOLO -  Esta análise constitui uma ferramenta indispensável para orientar práticas de correção e a adubação, quando da implantação e/ou manutenção de qualquer cultivo, considerando-se que a calagem e adubação, responsáveis por até 100% do aumento da produtividade dos cultivos, dependem do conhecimento prévio das características químicas do solo.

   Somente a análise química do mesmo permitirá também a identificação de barreiras químicas que poderão prejudicar o desenvolvimento das raízes das plantas. O conhecimento dos teores de nutrientes disponíveis no solo orientam na formulação das recomendações mais acertadas para a adubação das plantas, evitando-se o desperdício e o uso inadequado de adubos e corretivos e prejuízo, que haveria tanto nas despesas com adubação como na redução das colheitas.

Embora a produção agrícola esteja, em função de outros fatores como sementes e mudas melhoradas e certificadas, controle de pragas, doenças e ervas daninhas e outras práticas agrícolas, aperfeiçoadas, o emprego racional dos fertilizantes se constitui no ponto básico

A utilização de laboratórios credenciados, para que obtenção de dados que tenham validade comprovada pelos diversos programas de controle de qualidade, tais como métodos oficiais da Embrapa e do Ministério da Agricultura resulta em benefícios como redução de custos e contribuição para a preservação ambiental, em função de evitar o uso excessivo ou desnecessário de adubos e corretivos de acidez em muitas situações.                   

EXTRATORES DO SOLO

·   pH cloreto de cálcio 0,01N e Solução tampão SMP à pH 7,5

·   M.O. Sulfocrômica (ácido sulfúrico conc. + dicromato de sódio 1N)

·   P e K Extrator Mehlich (ácido sulfúrico + ácido clorídrico)

·   Ca, Mg, AI, cloreto de potássio 7,5% P(resina) resina trocadora aniônica e catiônica

·   Fe, Mn, Cu, Zn, B, Na (Mehlich) e S (acetato de amônio 0,5N + ácido acético 0,25N).

·   pH, M.O., cloreto de potássio 7,5%., P, K, Ca, Mg (resina trocadora), H+Al (acidez potencial - pH SMP).


FOLIAR - Importante para avaliar o estado nutricional e como as plantas estão aproveitando os elementos fornecidos como fertilizantes.

·  Análise Foliar Completa: N, P, K, Na, S, Ca, Mg, Fe, Mn, Cu, Zn, Co, Mo, Al, B


FERTILIZANTES - Importante para avaliar a composição química e a qualidade do insumo que será utilizado para a correção do solo.

 
FERTILIZANTES ORGÂNICOS

·   N (H2SO4), K2O

·   P determinação individual em: ácido cítrico, água, C.N.A. e total

·   Ca, Mg, Fe, Mn, Cu, Zn, Na, S, B, Co, Mo (digestão nitro-perclórica)

·   Umidade, M.O., Cinzas

·   pH (líquido), densidade (líquido)

·   pH (sólido)

 

FERTILIZANTES MINERAIS e FTE

·   N (H2SO4 + cat.), P (C.N.A), K2O

·   P determinação individual em ácido citrico, água, C.N.A. e total

·   Todos elementos: Ca, Mg, Fe, Mn, Cu, Zn, Na, S, B, Co, Mo (digest. clorídrica)

·   Ca, Mg, S, B, em FTE (digestão fluorídrica)     


CORRETIVOS - Análise realizada para determinar o Controle de Qualidade e Produção do corretivo a ser aplicado no solo.

 Granulometria, PN, Sílica e Insolúveis

·   CaO, MgO, CaCO3, MgCO3 - (digestão clorídrica)

·   PRNT

·   Umidade

·   Rocha (preparo da amostra)        


RAÇÃO E SAL MINERAL - Análise para Controle de Qualidade e Produção dos diversos suplementos alimentares para animais.

 RAÇÃO

·   P, Ca, Mg, B, S, Fe, Mn, Cu, Zn (digestão nítrica + clorídrica)

·   K, Na (digestão água) ou determinação individual

·   Umidade, M.O., Cinzas

·   N + Proteína Bruta

SAL MINERAL

·   P, Ca, Mg, Fe, Mn, Cu, Zn, Na, S, B, Co, Mo (dig. clorídrica)

·   N + Proteína Bruta


ÁGUA DE IRRIGAÇÃO - Análise para determinação dos elementos existentes na água para que não ocorram desequilíbrios em relação aos corretivos e fertilizantes aplicados no solo.

 Completa: K, Ca, Mg, P, Al, S, Na, B, Fe, Mn, Cu, Zn, Co, Mo pH, condutividade elétrica, N.  


ROCHA E RESÍDUOS MINERAIS - Análise para determinação de macros, micros e traços dos elementos em vários tipos de rochas, solos, sedimentos e materiais correlatos e sua aplicação na fabricação de corretivos e fertilizantes, cimento e outras aplicações.

 Preparação da amostra

·   Qualquer elemento (digestão Fluorídrica )


Controle de Qualidade

      

 

O Laboratório TERRA participa do Controle de Qualidade da ESALQ/USP para  Análise Foliar obtendo Selos para macros e micronutrientes para laboratórios. É credenciado junto ao Ministério da Agricultura para fornecimento de laudos atestando a qualidade de Calcário, Fertilizantes e Corretivos do Solo.